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Animalia Vegetalia Mineralia (fundado em 2014) é um espaço internacional de investigação e divulgação Ecomedia e Ecocritica, com particular interesse nas mudanças de paradigma adjacentes ao Antropoceno e na relação humano/não-humano.

A “Transferência de Conhecimentos” da informação veiculada na comunidade científica, na comunidade activista e na comunidade artística, com particular atenção a obras que sejam aberturas de pensamento, que questionem ou reformulem os paradigmas científicos e filosóficos mecanicistas instituídos nos últimos séculos, a olhares que apontem para uma renovação conjugada dos modelos sociais, económicos e culturais da modernidade e pós-modernidade.

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O projecto é orientado pela urgência do mapear de um ecoterritório emergente de contornos culturais, sociais, educacionais e transnacionais, e pela potencialidade da arte e dos media enquanto veículos de consciencialização ecológica e cosmobiológica.

Integrado no programa de pós-doutoramento “Paisagem e Mudança – Movimentos”, de Ilda Teresa de Castro*, no seguimento da tese PhD “Eu Animal – a ordem do fílmico na consciencialização ecocritica e na mudança de paradigma” (2012), a necessidade de colmatar um vazio comunicacional, educacional e cultural face à constatação da raridade e ausência de projectos similares no espaço português e de língua portuguesa, é um dos principais motivos orientadores do projecto e a razão de ser bilingue.

animalia vegetalia mineralia articula a estrutura de base de dados com a publicação de um jornal e a participação de académicos, artistas, curadores, activistas e estudantes − tem interesse em parcerias educacionais e em novas colaborações.

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Vegetalia Mineralia Animalia (founded in 2014) is an international online space for research and dissemination of information related to Ecomedia and Ecocriticism, with particular interest in the changes of perspective and paradigm of the relationship between human/non-human.

The main purpose is the Knowledge Transfer of the ecocritical information and issues conveyed in the scientific, activist and artistic communities. It will focus on work which is generating discussion, which questions or reformulates mechanistic, scientific and philosophical paradigms instituted over recent centuries, and examines those views which point towards combining and/or renewal of the social, economic and cultural models of modernity and postmodernity.

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The project is driven by the urgency of mapping of an emerging ecofield with cultural, social, educational and transnational contours, and the potential of art and media as vehicles of cosmobiological and ecological awareness.

Being part of the Ilda Teresa de Castro* post-doctoral researcher program ‘Panorama and Change – Movements’ following the PhD thesis ‘I Animal – the order of the filmic in the development of the ecocritical conscience and paradigm shift’ (2012), the need to bridge a communication, educational and cultural void against the finding of rarity and absence of similar projects in portuguese space and portuguese speaking communities, is one of the main reasons guiding the project and the reason of being bilingual.

animalia vegetalia mineralia articulates a database structure with a periodical journal publication and the participation of scientists, artists, curators, activists and students − is available for educational partnerships and collaborators.

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*Ilda Teresa Castro é investigadora no AELab – Laboratório de Estética e Filosofia das Práticas Artísticas do IfilNova. Pós-doc com o projecto “Paisagem e Mudança − Movimentos”, apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Fundadora e editora da plataforma e jornal online  AnimaliaVegetaliaMineralia, realiza ecofilmes e instalações. Publicou Eu Animal − argumentos para uma mudança de paradigma – cinema e ecologia (2015). Doutorada em Ciências da Comunicação/Cinema e Televisão, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa. Prossegue investigação em Estudos Fílmicos e Ecocriticismo.

Inicialmente estudou Artes e Técnicas do Fogo para via de Belas-Artes, tendo optado por formação na Escola Superior de Cinema de Lisboa (ESTC) e em Peritos em Arte (CESE), na Escola Superior de Artes Decorativas (ESAD), da Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva (FRESS) em Lisboa. Artista pluridisciplinar, o seu trabalho mais recente assume um cruzamento entre arte e ecologia − arte e ciência, com enfoque no domínio ecocritico, ambiental e animal. Conjuga práticas artísticas distintas: desenho, fotografia, webdesign, joalharia, escultura e filme. Ilustradora free-lance em jornais e revistas (em Público, Sete, O Inimigo, Elle, Estética, Indústria), publicou banda desenhada (em O Inimigo e CITEN – Centro Arte Moderna CAM, 2005), cartoon (Não fazer nada é que é bom, 1991-1994) e o homónimo fanzine-objecto Não fazer nada é que é bom, 2005 (espólio da Bedeteca da Amadora, Fanzineteca, colecção doada por Geraldes Lino). Foi convidada em fotografia para edição de rosto de livro (Série Documentos, Imprensa Universidade Coimbra IUC, 2011), para capa de Cd´s (Of Melancholy, 2013, Of Serenity, 2014, de Vitor Rua), para revistas (Culturas Entre Culturas, 2011 e publica em Animalia Vegetalia Mineralia). Ilustrou os livros Eu Só Queria Dizer O Seguinte, Vitor Rua, 2013 e Eu Animal − argumentos para uma mudança de paradigma – cinema e ecologia, 2015. Criou o set visual (joalharia e adereços cena) da ópera Uma Vaca Flaterzunge, de Vitor Rua (Culturgest, 2010) com cenografia de Rui Chafes e, em colaboração com Vitor Rua, o livro-de-artistas Double Bind, 2006. Em 2014, realizou o filme B Bird B Boy (documentário curta-metragem) exibido no Film on Art Festival e na I e II Bienal Jorge Lima Barreto. Realizou, ainda em 2014, os vídeos Vegetal Shadows, Herbarium e Ecceidade, para as instalações eco-criticas (exibidas em Museu Geológico de Lisboa, Festival Sintropia Flores do Cabo, Museu Marionetas Porto) e Diários de Uma Pesquisa, 2016 (exibido em Tinai EcoFilmFestival Goa, Fundação Oriente Goa, BBC Funchal, Museu Geológico de Lisboa, Centro Cultural Condes de Vinhais, Flores do Cabo). As suas instalações conjugam o vídeo com peças EcoArte, nomeadamente as séries herbários-relicários, oxigenários, silos de sementes e esculturas de terra. Criou esculturas de terra para coreografia de Isabel Barros (Teatro Rivoli, Porto, 2015) e Isabel Barros e JP Simões (Centro Cultural Condes de Vinhais, 2016). Em 2016 apresentou o tríptico Homo-Humus, em Flores do Cabo, Agosto-Outubro. Directora de Imagem da plataforma e revista/jornal online  AnimaliaVegetaliaMineralia.

Programadora de cinema e vídeo entre 1995 e 2005, organizou dezenas de ciclos e exibições, entre as quais I Mostra de Vídeo Português 1997, Encontros com o Cinema Novo 1997, II Mostra de Vídeo Português 1998, e, ainda em 1998, diversas retrospectivas de realizadores portugueses: Retrospectiva da obra cinematográfica de Manuel Mozos, Retrospectiva da obra cinematográfica de Edgar Pêra, Retrospectiva da obra cinematográfica de Rui Simões, Retrospectiva da obra cinematográfica de José Álvaro Morais e Retrospectiva da obra cinematográfica de Rui Goulart. Também em 1998, programou o Dia do Filme Português no 6º Festival do Filme de Arte de Trencianske Teplice- Trencin, na Eslováquia, onde esteve presente com Margarida Cordeiro, João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata. Em 1999 iniciou o festival não-competitivo Curtas Metragens Portuguesas que organizou até 2003, espaço anual de primeira exibição pública para grande número de curtas-metragens portuguesas realizadas durante esse período de 5 anos. Em 2001, organizou e programou Cineastas Portuguesas 1946-2000 e em 2004, Animação Portuguesa, apresentado na Cinemateca Portuguesa − os restantes eventos foram apresentados no Fórum Lisboa (1999-2005) e na Videoteca de Lisboa (1996-1998). Destaca, da programação em colaboração, Documentos Fílmicos da Época – Guerra Civil de Espanha (1996), Maníacos do Desaparecimento, o Japão como Disseminador de Mensagens de Vídeo (1997), Mostra de vídeo Croata (1997), Mostra de Vídeo de Criação da Catalunha (1997), Cinema e Banda Desenhada: Enki Bilal, François Schuiten e Raoul Servais (1999), Made in HK: mostra de cinema de Hong Kong (1999), Topor no cinema (2000), e Histoires courtes et longues franco-portugaises (2000), exibido em Paris, na sala Accatone, onde esteve presente com Edgar Pêra e Carla Bolito. A par da produção de dezenas de catálogos, editou a trilogia de depoimentos orais dedicada ao cinema português Curtas Metragens Portuguesas [conversas com Edgar Pêra, Fátima Ribeiro, Ivo M. Ferreira, Jeanne Waltz, João Pedro Rodrigues, José Gouveia, Júlio Alves, Pedro Caldas, Rita Nunes, Ruy Otero, Sandro Aguilar, Wilson Siqueira], 1999; Cineastas Portuguesas 1874-1956 [conversas com Noémia Delgado, Teresa Olga, Margarida Cordeiro, Monique Rutler, Paola Porru, Solveig Nordlund, Renée Gagnon, Manuela Serra, Margarida Gil, Rosa Coutinho Cabral, Cristina Hauser, Rita Azevedo Gomes], 2001; e Animação Portuguesa [conversas com Mário Neves, Servais Tiago, Artur Correia, Ricardo Neto, António Gaio, Hernâni Barbosa, Vasco Granja, Abi Feijó, Regina Pessoa, Paulo Cambraia, Mário Jorge, António Costa Valente, Nuno Amorim, Humberto Santana, José Miguel Ribeiro, Zepe], 2004 − lançamento no CINANIMA, 2004. Em edições separadas, publicou em 1998 a par das retrospectivas dos respectivos realizadores, conversa com Edgar Pêra, conversa com Rui Goulart, conversa com Rui Simões, e conversa com José Álvaro Morais − sendo esta última integrada na narração do filme Silêncios do Olhar, de José Nascimento, 2016.

Na produção mais recente, destaca os capítulos de livros, “Empatia e Consciência Moral”, in João Mário Grilo e Maria Irene Aparício (Org.) Cinema & Filosofia: Compêndio. Lisboa: Colibri, 2014, pp. 47-104, ISBN: 978-989-689-342-2; “Ecodocumentário e Ecocriticismo: Earthlings, An Inconvenient Truth, The 11th Hour, Meat the Truth, Home and Encounters at the End of the World”, in (Im)possíveis (Trans)posições: Ensaios de Filosofia, Literatura e Cinema, Grupo de Investigação Raízes e Horizontes da Filosofia e Cultura em Portugal, Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, 2014, pp.122-131. ISBN 978-989-677-126-4; “Dimensions of Humanity in Earthlings (2005) and Encounters at the End of the World (2007)”, in Transnational Ecocinema, ed. Tommy Gustafsson & Pietari Kaapa, Intellect, University of Chicago Press, USA / Bristol, UK, 2013, pp.101-115, ISBN 978-1-84150-729-3; “Alienação civilizacional, Arte e Melancolia”, Arte & Melancolia, Margarida Acciaiuoli e Maria Augusta Babo (coord.), Instituto de História de Arte/Estudos de Arte Contemporânea Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens, Lisboa, 2011, pp.179-191, ISBN 978-989-95291-4-4;

e as comunicações, Identificação e Semelhança − configurações sensíveis, Colóquio Pedro Costa − Cinema e Pensamento, Universidade de Évora, 2016; Landscapes that tell the History of Earth, Ecocinema Conference: Celebrating Landscapes and Waterscapes, Tinai Ecofilm Festival, Bits Pilani, KK Birla Goa Campus, India, 2015; The Filmic Order and Animal Studies, Human and Nonhuman Animals: Liberation, History and Critical Animal Studies, Instituto de História Contemporânea, New University of Lisbon, 2015; Animal In The Movies : A Tool For The Change?, Minding Animals – MAC3, JNU, New Delhi, India, 2015; Arte e Natureza II. Da poiesis como ligação fundamental. Do fílmico como ferramenta ecocritica, Casa do Infante, Porto, 2015; António Reis e o Espaço de um Lugar, III AIM, Universidade de Coimbra, 2013; A Construção do Inquietante em “Jaime, (1974) de António Reis – II AIM, 2012; Costello´s Holocaust: images of horror in Resnais and Monson – NECS – European Network for Cinema and Media Studies, FCSH, Lisbon, 2012; Alienação civilizacional, Arte e Melancolia, Colóquio Arte e Melancolia, FCSH, 2010.

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*Ilda Teresa Castro is a researcher in the AELab – Laboratory of Aesthetics and Philosophy of Artistic Practices at IfilNova Institute of Philosophy. Castro is developing the Postdoctoral project “Landscape and Change – Movements”, with support by the FCT. Founder and editor of the online journal and homonym platform AnimaliaVegetaliaMineralia. Director of ecofilms and eco-instalations. Castro published the book Eu Animal − argumentos para uma mudança de paradigma – cinema e ecologia (2015). PhD in Communication Sciences, Faculty of Humanities and Social Sciences, Universidade NOVA de Lisboa. Castro continues making research in Film Studies and Ecocriticism.

Began by studying Arts and Techniques of Fire for Fine Arts, having opted to gave it up for Cinema Studies and graduated from Lisbon Film School (ESTC) and Art Experts (CESE), School of Decorative Arts (ESAD), at Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva (FRESS) in Lisbon. A multidisciplinary artist, her most recent work assumes a cross between art and ecology — art and science, with a focus on the ecocritical, environmental and animal domain. It combines different artistic practices: drawing, photography, webdesign, jewelery, sculpture and film. Illustrator free-lance in newspapers and magazines (Público, Sete, O Inimigo, Elle, Estética, Indústria), published comic strips (O Inimigo, CITEN – Centro Arte Moderna CAM, 2005) cartoon (Não fazer nada é que é bom, 1991-1994) and the homonymous fanzine-object Não fazer nada é que é bom, 2005 (in Fanzineteca, Bedeteca da Amadora collection, by collection donated by Geraldes Lino). She was invited on photography for a book cover edition (Series Documentos, Imprensa Universidade Coimbra IUC, 2011), for Cd’s covers (Of Melancholy, 2013, Of Serenity, 2014, by Vitor Rua), for magazines (Culturas Entre Culturas, 2011 and publishes in Animalia Vegetalia Mineralia). Illustrated the books Eu Só Queria Dizer O Seguinte, Vitor Rua, 2013 e Eu Animal − argumentos para uma mudança de paradigma – cinema e ecologia, 2015. Created the visual set (jewelery and props scene) of the opera Uma Vaca Flaterzunge, by Vitor Rua (Culturgest, 2010) with scenography by Rui Chafes and, in collaboration with Vitor Rua, creates the artist´s-book Double Bind, 2006. In 2014, she directed the film B Bird B Boy (short documentary) shown in the Film on Art Festival and in the I and II Jorge Lima Barreto Biennial. In 2014 she also directed the videos Vegetal Shadows, Herbarium and Ecceidade, for its eco-critical installations (exhibited at Museu Geológico de Lisboa, Festival Sintropia Flores do Cabo, Museu Marionetas Porto) and Diaries of A Research, 2016 (exhibited at Tinai EcoFilmFestival Goa, East Goa Foundation, BBC Funchal, Geological Museum of Lisbon, Cultural Center Condes de Vinhais, Flores do Cabo). Its eco-critical installations combine the video with EcoArte pieces, namely the series herbal-reliquaries, oxygenarious, seed silos and earth sculptures. She created earth sculptures for choreography by Isabel Barros (Teatro Rivoli, Porto, 2015) and Isabel Barros and JP Simões (Centro Cultural Condes de Vinhais, 2016). In 2016 she presented the Homo-Humus triptych in Flores do Cabo, August-October. She is Art Director of the platform and online journal AnimaliaVegetaliaMineralia.

Programmer-curator of cinema and video exhibitions between 1995 and 2005, she organized dozens of cycles and exhibitions, among them I Portuguese Vídeo Festival 1997, Portuguese New Cinema Meetings 1997, II Portuguese Vídeo Festival 1998 and several retrospectives of Portuguese directors: Retrospective of the cinematographic work of Manuel Mozos, Retrospective of the cinematographic work of Edgar Pêra, Retrospective of the cinematographic work of Rui Simões, Retrospective of the cinematographic work of José Álvaro Morais and Retrospective of the cinematographic work of Rui Goulart. Also in 1998, she scheduled the Portuguese Film Day at the 6th Art Film Festival of Trencianske Teplice-Trencin, Slovakia, where she was present with Margarida Cordeiro, João Pedro Rodrigues and João Rui Guerra da Mata. In 1999 she started the annual non-competitive festival Portuguese Short Film that she organized until 2003, and it was the first public exhibition space for a large number of portuguese short-films made during this 5-year period. In 2001, she organized and programmed Portuguese Women Filmmakers 1946-2000 and in 2004, Portuguese Animation, presented at the Cinemateca Portuguesa — the remaining events were presented at Forum Lisboa (1999-2005) and Videoteca de Lisboa (1996-1998). It is worth mentioning, from the collaboration program, Periodic Film Documents – Spain Civil War (1996), Maniacs of Disappearance, Japan as Disseminator of Video Messages (1997), Croatian Video (1997), Catalunya Video Creation (1997), Cinema and Comics: Enki Bilal, François Schuiten and Raoul Servais (2000), Made in HK: Hong Kong Cinema (1999), Topor at the Cinema (2000), and Histoires Courtes et Longues Franco-Portugaise (1997), exhibited in Cinema Accatone, Paris, where she was present with Edgar Pêra and Carla Bolito. Along with the production of dozens of catalogs, she edited the trilogy of oral testimonies dedicated to portuguese cinema, Curtas Metragens Portuguesas (Portuguese Short-Films) [conversations with Edgar Pêra, Fátima Ribeiro, Ivo M. Ferreira, Jeanne Waltz, João Pedro Rodrigues, José Gouveia, Júlio Alves, Pedro Caldas, Rita Nunes, Ruy Otero, Sandro Aguilar, Wilson Siqueira, 1999; Cineastas portuguesas 1874-1956 (Portuguese Women Filmmakers) [conversations with Noémia Delgado, Teresa Olga, Margarida Cordeiro, Monique Rutler, Paola Porru, Solveig Nordlund, Renée Gagnon, Manuela Serra, Margarida Gil, Rosa Coutinho Cabral, Cristina Hauser, Rita Azevedo Gomes], 2001; and Animação Portuguesa, (Portuguese Animation) [conversations with Mário Neves, Servais Tiago, Artur Correia, Ricardo Neto, António Gaio, Hernâni Barbosa, Vasco Granja, Abi Feijó, Regina Pessoa, Paulo Cambraia, Mário Jorge, António Costa Valente, Nuno Amorim, Humberto Santana, José Miguel Ribeiro, Zepe], 2004 – released in CINANIMA, 2004. In separate editions, she published in 1998 Conversation with Edgar Pêra, Conversation with Rui Goulart, Conversation with Rui Simões, and Conversation with José Álvaro Morais – the latter being integrated into the narration of the film Silêncios do Olhar, by José Nascimento, 2016.

In the most recent production, she underlines the book chapters, “Empathy and Moral Consciousness”, in João Mário Grilo and Maria Irene Aparício (Org.) Cinema & Philosophy: Compendium, Lisbon: Colibri, 2014, pp. 47-104, ISBN: 978-989-689-342-2; “Ecodocumentary and Ecocriticism: Earthlings, An Inconvenient Truth, The 11th Hour, Meat the Truth, Home and Encounters at the End of the World”, in (Im)possibles (Trans)positions: Essays on Philosophy, Literature, and Cinema, Research Group Roots and Horizons of Philosophy and Culture in Portugal, Institute of Philosophy, Universidade do Porto, 2014, pp.122-131. ISBN 978-989-677-126-4; “Dimensions of Humanity in Earthlings (2005) and Encounters at the End of the World (2007),” in Transnational Ecocinema, ed. Tommy Gustafsson & Pietari Kaapa, Intellect, University of Chicago Press, USA / Bristol, UK, 2013, pp.101-115, ISBN 978-1-84150-729-3; “Civilizational Alienation, Art and Melancholy”, in Art & Melancholy, Margarida Acciaiuoli and Maria Augusta Babo (coord.), Institute of Art History / Contemporary Art Studies Center for Communication and Language Studies, Lisbon, 2011, pp.179- 191, ISBN 978-989-95291-4-4;

and the lectures, Identification and Similarity — sensitive configurations, Colloquium Pedro Costa – Cinema and Thought, University of Évora, 2016; Landscapes that tell the History of Earth, Ecocinema Conference: Celebrating Landscapes and Waterscapes, Tinai Ecofilm Festival, Pilani Bits, KK Birla Goa Campus, India, 2015; The Filmic Order and Animal Studies, Human and Nonhuman Animals: Liberation, History and Critical Animal Studies, Institute of Contemporary History, New University of Lisbon, 2015; Animal In The Movies: A Tool For The Change ?, Minding Animals – MAC3, JNU, New Delhi, India, 2015; Art and Nature II. Poiesis as a fundamental link. Film as an ecocritical tool, Casa do Infante, Porto, 2015; António Reis and the Space of a Place, III AIM, University of Coimbra, 2013; The Construction of the Disquieting in “Jaime, (1974) by António Reis – II AIM, 2012; Costello’s Holocaust: images of horror in Resnais and Monson – NECS – European Network for Cinema and Media Studies, FCSH, Lisbon, 2012; Civilizational Alienation, Art and Melancholy, Art and Melancholy Colloquium, FCSH, 2010.

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© ilda teresa de castro

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